quinta-feira, agosto 09, 2007

Asclépios curou-me as feridas.


Quando visitei Epidauro, na Grécia, tratei-me no Templo sagrado do divo Asclépios. Este filantropo deus, curou-me a chaga pérfida que fazia sangrar meu coração.
Na alva cidade permaneci por sete dias, a tratar-me com bálsamos suaves, ungüentos sagrados e a banhar-me em fontes puríssimas. Estes cuidados deram-me os sacerdotes-médicos e suas puras e belas enfermeiras, sacerdotizas do deus.
Para as dores de minh'alma recomendaram-me deleitar-me nos divinos ócios: fui ao Odéon (anfiteatro) ouvir música e declamações poéticas; passeei pela Stoá (galeria) a ver lindíssimas pinturas de geniais artistas.
Assim foram meus dias de cura naquela sacrossanta cidade. Um ano se passou desde que minha ferida se curou...
Como agradecimento, lá deixei uma cópia manuscrita de meu longo poema "Vadiagens".

Awmergin, o Bardo


Estátua: "Asclépios, o deus da medicina"

2 comentários:

Lady Vania de Tróia disse...

Trovador Heróico...
Belo,belo!!
Bom vir banhar-se nesse manancial de águas claras,revigorantes que tú chamas de Canto do Bardo,fonte perene e abundante de sabedoria,música,paz,sossego e deleite para minha alma....
Celebro-te!
Evoé.
Cheiro de perfume de erva doce.

Marcelo Novaes disse...

O curado tem participação decisiva na cura...

Um abraço, Bardo!






Marcelo Novaes, Tiozinho Trovador.