quinta-feira, maio 18, 2006

O Sagrado.


Minha religião é o Amor,
Meu templo é o meu corpo,
Meu altar, o meu coração,
Meu sacerdote, o meu Espírito.

O cerimonial de minha religião
É o silêncio.
Os meus hinos a Deus
São os que minh' alma entoa.

Quando quero conversar
Com Deus, não penso,
Não sinto, não falo,
Silencio-me e encontro-O
Em mim mesmo
Em Seu trono invisível.
Awmergin, o Bardo
Em 17/05/2006, às 22:00h

Um comentário:

Luciana Rocha. disse...

Muito belos seus poemas bardo...

Desejo-te a liberdade dos falcões peregrinos não uma gaiola dourada e sim o azul do céu, desejo ver-te em alto de colinas correndo em pastagens, livre entre o ventre da da mãe terra, abraçando as estrelas sua irmãs, e entoando cânticos aos faunos e as fadas, desejo-te bardo a liberdade das esferas maiores, o amor que não espera, desejo te
nobre bardo a sorte de ser
filho de Apolo, que os Deuses o protejam.

Saiba amigo:
Se uma lágrima tua cair eu a ampararei, e a depositarei em meu coração e nele ela florecerá uma linda rosa em botão, tua dor é minha dor, seu sorriso é meu sorriso seu coração o castelo que leva-me a eternidade.

Ouça o vento!

As súplicas do uivo do lobo para a lua, as correntezas virgens entre as matas, o vento forte a farfalhar os ramos dos pinheiros, o despertar,
a sensação da pureza interna, você bardo é um som contínuo dentro de cavernas do meu coração, doce e serena canção,labirintos do meu ser, chama alta da fogueira eu a lua, você o sol, Um brinde a
Grécia!

Um brinde a sua história!

Sua amiga de outrora.
LUCIANA.