terça-feira, março 21, 2006

A Lira de Apolo


Eu sou uma lira
Nas mãos de Apolo áureo.
Ao toque do deus
minh'alma vibra
E emite sagradas melodias
Conforme sua vontade.
Os sons emitidos
Por minhas cordas interiores
Pacificam e tranqüilizam
A quem os ouve.
Eu não me pertenço;
Sou instrumento divino
Nas mãos de Febo harmonioso.
Awmergin, o Bardo

4 comentários:

Anderson Körsch disse...

Muito bom esse poema! Você é um muito talentoso Marcelo, contiue assim.

Luciana Rocha disse...

Olá depois de longa jornada aqui estou, admirando seu espaço, parabéns suas poesias são profundas e inspiradoras, sucesso.

André Coelho disse...

Caro amigo. Recebi sua mensagem no orkut e cá estou a visitá-lo. Seu blog tem muito bom gosto e expor suas obras foi ótima idéia. Não sei se devo comentar suas poesias. Primeiro, porque estou longe de ser um expert. Segundo, porque são criações originais e possivelmente muito pessoais e queridas para você. Talvez não seja o tipo de coisa que você gostaria que passasse pelo escrutínio de um terceiro que não tem nem uma gota de todo o seu talento. Se quiser ler meu comentário mesmo assim, me autorize a escrevê-lo, ok? Forte abraço.

Anônimo disse...

Não sei se os deuses existem, meu amigo Bardo, mas começo a desconfiar de que tu sejas mesmo um istrumento nas mãos de um deus!